11/11/2009
O verão chegou a todo vapor, hora de abusar das saias. Não faltam propostas para agradar gregas e troianas. Escolha já a sua!
Curtíssima e acinturada. Must have fashionista da vez! Essa é da Talbot e vai bem com camiseta ou blusinhas mais largas.

Desestruturado sexy! Alfaiataria e renda para quebra a seriedade. Proposta versátil de JohnGalliano.

Opção ideal para as magrinhas. A saia de Roland Mouret trânspira modernidade.

Modernosa de franjas. Para seguir a tendência super mini/super sexy. Essa é Giambattista Valli.

Com perfuminho antigo, legal para fazer um look high low, assim como essa da Dsquared.

Boho! aflore seu lado Hiipongaaa! Versão Kenzo.

11/10/2009

Hoje o Brasil está entre os maiores produtores de jeans no mundo, empresas como Vicunha e Santista, investem pesado em tecnologia tem laboratórios especializados em novas modelagens e texturas. Esse segmento movimenta cerca de 8 bilhões de reais por ano. Marcas como Zara, Levi’s, Replay, Clavin Klein e Miss Sixty tem jeans brasileiro em suas araras. Mas nem sempre foi assim …
A calça jeans chegou em terras brasileiras no ano de 1948 quando a Roupas AB lançou a primeira calça de brim azul, a Rancheiro. A novidade não teve boa aceitação, uma vez que o brim era duro demais e os jovens não tinha o poder de compra que alcaçariam anos mais tarde.
Em 1956 a Alpargatas lança a Far West, a calça que anunciava resistir a tudo. Ainda muito utilizada no trabalho, a calça jeans, começava a dar seus primeiros passos no lazer dos jovens de classe média.No começo da década de 60, o principal objeto de desejo eram as famosas calças Lee, o jeans americano desbotava e era concorridíssimo.

Lee virou sinônimo de jeans. O que fez a indústria de confecções a perceber o mercado promissor que se formava. Começaram a brotar marcas de jeans com forte apelo de vendas aos jovens.
A década de 70, marca o Brasil do milagre econômico e da ditadura política o que leva a uma acelerada transformação no comportamento dos jovens. Conflito de gerações e revolução sexual são tópicos frequentes. Em 1972 a US Top chega ao mercado brasileiro, com verdadeiro indigo blue, é a primeira calça produzida no Brasil que desbota como a Lee americana. Alguns anos depois, a gigante do jeans Levi’s adapta sua modelagem aos gostos nacionais (calças justas na frente para os homens e atrás para as mulheres). E a Ellus introduz a moda dos stone washed, lavagem com pedras que desbota o tecido e permite diversas tonalidades.

A partir dos anos 80 o jeans brasileiro começa a ganhar características próprias. O Brasil leva o crédito pela invenção da cintura baixa e pela mistura do Índigo com tactel que deixa a calça 30% mais leve e modelada ao corpo. Sinônimo de sensualidade, o corte mais alto na parte de trás e, rebaixado nas laterais e na frente, dá a impressão de bumbum arrebitado, orgulho nacional e cobiça estrangeira.

11/09/2009
Com todo esse grafismo e os 20 anos da queda daquele infame muro, nada mais cool do que se inspirar nas marcas deixadas no concreto para criar looks com informação político-criativa.
Só pra quebrar a rotina fashion …
Abaixo algumas fotos que tirei em Berlin e algumas propostas das últimas semanas de moda que traduzem (na minha opinião) a mistura de arte, mensagens e concreto.






Síntese do que sinto pela Alemanha, o muro de Berlin tem a dureza do seu passado e a beleza do presente, arte urbana e real do cotidiano alemão.
11/04/2009
Hoje tem mais Pense Moda, lá na Faap.
Já separei várias informações legais para postar, mas não vou conseguir fazer iss hoje.
Então segue a programação dessa noite para quem quiser assisti via net.
Mesa – Negócios da Moda – Com Carlos Ferreirinha
Palestra – Diretor Criativo e Estilista da Andrea Crews
Sabatina com Carlos Miele
Até depois!
10/16/2009

Para aqueles que adoram perfume a coluna de Chandler Burr, jornalista do NY Times é um must. O primeiro crítico de perfumes ever, não deixa nada escapar. Frascos, essências e perfumistas são avaliados e classificados. Vale a pena para quem procura uma nova fragrância ou simplesmente adora saber dos lançamentos mais badalados.
O jornalista também é autor de “O Imperador do Olfato: Uma História de Perfume e Obsessão” (Companhia das Letras), de “The Perfect Scent: A Year Inside the Perfume Industry in Paris and New York”. O primeiro está disponível no submarino.
Você pode ler a coluna de Burr, Notas Perfumadas, no uol. Toda sexta-feira, a de hoje está particularmentre ácida! Confere lá.
Para saber mais sobre o moço.